quarta-feira, 27 de abril de 2011

GRUMEC - Grupamento de Mergulhadores de Combate

O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Marinha do Brasil. Veja o vídeo abaixo!



Veja outros vídeos:
http://www.youtube.com/watch?v=J4i6e3_3R8k&feature=player_embedded#at=13


Com doutrina semelhante a do US Navy Seals e a do Special Boats Service britânico, a sua função é a de se infiltrar, sem ser percebido, em áreas litorâneas e ribeirinhas e executar tarefas como reconhecimento, sabotagem e destruição de alvos de valor estratégico. Também são especialistas em guerra irregular, o que caracteriza sua doutrina de forças especiais.

O GRUMEC foi criado em 1974 e é subordinado à Força de Submarinos, a qual lhe fornece seu principal meio de transporte. As equipes são transportadas até as proximidades do alvo por um submarino, a partir do qual saem nadando, em caiaques ou em barcos infláveis que podem ser lançados do submarino ainda sob a água. O GRUMEC também pode alcançar o alvo saltando de para quedas ou desembarcando de helicópteros.

O GERR - MEC , Grupo Especial de Retomada e Resgate - Mergulhadores de Combate, congrega o pessoal responsável pela retomada de navios, instalações navais, plataformas de petróleo, bem como o resgate de reféns que venham a ser tomados/dominados por terroristas ou outros criminosos. Utilizam a tática conhecida como VBSS (Vice Boarding Search and Seizure) e treinam regularmente em conjunto com os Comandos Anfíbios.

História
Os primeiros MECs (Mergulhadores de Combate) brasileiros foram dois Oficiais e dois Praças que concluíram em 1964, o curso da Underwater Demolition Team (Equipe de Demolição Submarina), antiga força de elite da Marinha dos Estados Unidos, precursora do US Navy Seals. Com base na experiência desses militares foi criada em 1970 a Divisão de Mergulhadores de Combate na Base Almirante Castro e Silva. No ano de 1971 mais dois Oficiais e três Praças foram qualificados pela Marinha Francesa como "nageurs de combat" e, em 1974, foi formada no Brasil, pelo atual Centro de Instrução e Adestramento Almirante Áttila Monteiro Aché (CIAMA), a primeira turma de Mergulhadores de Combate.


Em 1983 a Divisão de Mergulhadores de Combate foi transformada no Grupamento de Mergulhadores de Combate, como parte integrante do Comando da Força de Submarinos. No dia 12 de dezembro de 1997, o Ministro da Marinha criou o Grupamento de Mergulhadores de Combate, sediado na cidade do Rio de Janeiro e diretamente subordinado ao Comando da Força de Submarinos. Foi ativado no dia 10 de março de 1998.



Formação
O curso de formação é prioritário para militares da Marinha do Brasil, do Corpo da Armada ou do Quadro Complementar da Armada, não podendo ser freqüentado por Fuzileiros Navais, e objetiva habilitá-los a operar equipamentos de mergulho, armamento, explosivos, utilizar técnicas e táticas para guerra não-convencional e conflito de baixa intensidade, capacitando-os a executar, em suma, os diversos tipos de operações especiais. Além de ser o curso operacional mais longo das Forças Armadas Brasileiras, é conhecido por ser um dos mais rigorosos, de cada 30 inscritos, em média 4 conseguem concluí-lo, havendo edições em que nenhum candidato se formou.


Embarcados no navio Tambaú, perto da Ilha Grande, os alunos “05″ e “10″, os únicos que não pediram para sair dos 15 que entraram no curso de formação do Grupamento de Mergulhadores de Combate da Marinha (Grumec), aguardam, vestidos, o início de mais um exercício de guerra. Faz frio, mas ali só sobrevive quem resiste a tudo. “Água!”, ordena, assim que pisa no barco, o comandante. Prontamente, os alunos se jogam no mar, de roupa e tudo.


Eles têm um diferencial de mergulho, muito claustrofóbico, além de serem formados em guerra de selva, paraquedismo e outras especialidades. Talvez seja a formação mais completa de um curso de unidades especiais. Temos uma admiração grande por eles!

COMUNICAÇÃO SUB-AQUÁTICA

Todos os mergulhadores sabem que a maneira mais fácil de comunicar debaixo de água é recorrer ao uso de sinais manuais. Durante o curso de iniciação são ensinados sinais que permitem uma comunicação básica e absolutamente indispensável para um entendimento mínimo entre mergulhadores. Mas a comunicação manual subaquática pode ser muito mais do que um simples B-A-BA.
Independentemente do lado da superfície em que nos encontramos, a comunicação é essencial para o entendimento (ou desentendimento) entre pessoas. Numa era em que comunicar com qualquer pessoa em qualquer parte do mundo nunca foi tão fácil e rápido, é engraçado pensar que quando se desce para o meio subaquático as regras do jogo alteram-se. O telemóvel não funciona (como eu próprio já constatei !), os computadores de mergulho ainda não são compatíveis com a Internet e os Faxes só funcionam à pressão atmosférica. Juntando o facto de a boca estar ocupada em segurar uma determinada peça de equipamento, que por acaso nos permite respirar, e de a voz não se propagar muito bem na água, estamos perante um problema de comunicação.
Num cenário de surdos-mudos, são as mãos que falam. Com um razoável conhecimento de sinais, até poderão falar pelos cotovelos. Existem alguns códigos internacionais que tentam uniformizar a comunicação subaquática, como o da C.M.A.S. (Confédération Mondiale des Activités Subaquatiques) ou da P.A.D.I. (Professional Association of Diving Instructors), que, salvo algumas excepções, são idênticos.
Os primeiros sinais a serem ensinados são os que de alguma forma intervêm na segurança do mergulhador e do seu parceiro. ‘Tudo bem’, ‘subir’, ‘descer’, ‘estou sem ar’, ‘algo está mal’, ‘entrei na reserva’, entre outros, devem ser perfeitamente entendidos e a não compreensão de qualquer um deles pode vir a criar uma situação, no mínimo, embaraçosa. A maneira como os sinais são executados também podem contribuir para a não compreensão dos mesmos. Por essa razão, o emissor deve procurar sempre executa-los de forma clara e bem definida para que não induza no receptor qualquer tipo de dúvida sobre a mensagem.
 
Geralmente, depois de aprendidos estes sinais básicos, basta adicionar gestos universalmente pré-definidos, como ‘eu’, ‘tu’, ‘naquela direcção’, ‘olha’, etc., e um pouco de senso comum, para conseguir um grau de comunicação suficientemente bom e um entendimento mínimo entre mergulhadores. Depois vêm os sinais mais específicos, direccionados para diferentes tipos de mergulho, como Mergulho Nocturno, com Descompressão, em Gruta, etc., ou para certas actividades como a Fotografia e Arqueologia. Podem também surgir pequenos códigos de sinais usados em situações temporárias, como no caso do ensino, entre o instrutor e o aluno, ou nos clubes de mergulho entre o guia e o turista.
A maioria dos sinais usados no Mergulho Nocturno são também os utilizados durante o dia, tendo em atenção o pormenor de sempre se iluminar a mão que executa o sinal, por forma a que o receptor o possa visualizar. Adicionalmente existem outros que são feitos com o foco de luz, nomeadamente para chamar a atenção ou para aplicar quando as distâncias entre comunicadores são maiores, por exemplo entre o barqueiro e o mergulhador à superfície.



Nos mergulhos mais exigentes, com descompressão ou em gruta, a necessidade de comunicar pode-se acentuar, essencialmente porque as situações com que o mergulhador se depara são mais complexas. Assim, existem sinais para significar muita coisa: ‘pergunta’, ‘patamar’, ‘corrente’, e no caso das grutas, ‘estou emaranhado’, ‘estou entalado’, ‘sedimento’, ‘carreto’, etc. etc.. Depois de os saber individualmente, podemos junta-los e construir uma frase, por exemplo: ‘quanto tempo tens de patamar’ usando o sinal de pergunta seguido do de patamar, ou ‘onde está o carreto’ com ‘pergunta’ e ‘carreto’.
A lista de sinais existentes no mergulho já é bastante razoável e a comunicação debaixo de água pode ser substancialmente melhorada se se souberem mais alguns sinais além dos considerados básicos. Por isso vale a pena olhar para alguns destes sinais e pensar em utiliza-los da próxima vez que quiser dizer ‘vou subir porque estou com frio, entrei na reserva, dói-me a cabeça, a máscara está sempre a meter água, perdi o carreto, estou farto disto!’ e não sabe como!

SSI - UMA DAS MELHORES, SE NÃO FOR A MELHOR!

Visite: http://www.divessi.com/home

MERGULHANDO EM BALI - INDONÉSIA

Bali é uma ilha vulcânica que tem em toda a sua extensão numeras paisagens naturais onde irá encontrar uma riquíssima fauna e flora local.
Praticar o mergulho em Bali é por exemplo uma experiência que não deverá deixar de passar.Pode também praticar o mergulho em Tulamben, entre os restos do Liberty ou em qualquer outro ponto da ilha, nas zonas mais a sul, Candi Dsa ou Madang Bai.

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Bali, na Indonésia é o lar de uma abundância de vida marinha e corais ricos, incluindo raias. Apesar de seu grande tamanho (10-25 ft) raias são alimentadores do filtro, que só comem plâncton, que sugam através de suas brânquias. Um bom lugar para mergulho com mantas está em um recife de limpeza da estação onde se reúnem com peixes menores, como wrassess e angelfish que se alimentam da pele morta e parasitas que retirar as mantas.

Assista o vídeo em HD - alta definição!